
Não quero chance, quero espaço...
Espaço largado, perdido
No tempo que foi
Um dia vivi
Com você eu deixei
As emoções desperdiçadas
Olhares que lancei
Perfumes que senti
Na saudade ficaram
O toque
Que jamais vou ter
O beijo
Que não te roubei
Perdi
O espaço, no tempo
Da chance não permitida
As suas lembranças que ficaram
Do dia
Da noite
Que não rolaram...
Mônica Rubini
Imagens que me vieram à mente...
Naquele dia estranho, onde td parecia
Não era
Foi um dia, ilusão vivida
Real, naquele contexto virtual
Onde saudades existem
De lembranças criadas
Não vividas...
Mônica Rubini
Jogo que não jogo
De sombras que enganam
Trapaceiam na ilusão
Afastam...
Aproximam olhos
Que vislumbram a esperança do novo
É velho
Não existe, engana
É falso
Mentira que não permite
A chance
Do acerto e do erro
É vida
Que negada
Morre
Mônica Rubini
Por instantes sentiu vontade...
Há quanto tempo não tinha vontade de nada
Se dirigiu à janela, afastando as pesadas cortinas
Abriu a janela como a muito tempo não fazia...
Seus cabelos soltos, voavam
A pele sentia aquele vento como um carinho
Sensações a tanto esquecidas
Ali estavam de novo...
O vento
Frio
No calor do corpo batia
Carícias pela pele
Pêlos
Caminhos escondidos do corpo
Seguem
Toques, cheiros que se descobrem
Percebe
A luz da Lua
Reflete
A beleza do corpo
Geme
Avisando ao mundo
Que a vida ainda existe
Entre
Os dedos, o corpo
Tremeram...
Mônica Rubini
E naquela respiração ofegante
O tempo parou
Lembranças voltaram
A mente já não estava ali...
O corpo atônito se deu conta
De como a mente o tinha sufocado
E logo ele, o corpo, a tinha liberto
Mente a mente que se diz livre...
E o corpo, que ali estava
Largado e solto, vulnerável
Esperava que a mente voltasse
E a ele se entregasse...
Mônica Rubini
E na espera que se permitiu
O corpo
Agora livre da mente
Sentia
A mente que agora fluía
Névoa dispersa
Envolve
Pensamentos e crenças, inexistem
Nada mais será, o que era
O que foi
Sem chance, não mais
Descoberto espaço...
Mônica Rubini
Movimentos insanos
Explodem
Paixão consome, a morte
Vida
De prazer agora vive
Sem culpa, medo ou pecado
Equilíbrio que no balanço se faz
Não procura mais
Encontra
Riso solto que espalha
Cata nos outros pedaços
Remenda a mente torpe, que abraça
O corpo molhado...
Aaaahhhh....
As loucuras...
Insanas idéias assumidas
Paixão
Pelos dias que se vão
Desenrolam as horas sem medo
Não existem
Nem tempo, nem calendário
No espaço criado me encontro
Permito
Me deixo
Escorrer pelo corpo, a mente
Que solta, agora permite
O ar que respiro, transforma
Ofegante
Suor que seduz...
Beijo
Num abraço me tomas
Me entrego
Movimentos que igualam, misturam
Cheiros
Beijos, que me molham
Te excitam
Beijos
Que te dou, recebo
Carinhos pelo corpo
Aceito
A mente livre, o corpo
Goza...
Na areia deitada, olho
Estrelas que piscam, iluminam
A Lua
Prateada brilha, ofusca
Os desencontros havidos
A esperança perdida, renova
No teu olhar, reflete
Espelho de mim, de ti
Nossas estórias e dúvidas
Agora abraços que nos une
Num amor que não possui
Que não espera
Existe apenas
Naquele momento...
Mônica Rubini
Espaço largado, perdido
No tempo que foi
Um dia vivi
Com você eu deixei
As emoções desperdiçadas
Olhares que lancei
Perfumes que senti
Na saudade ficaram
O toque
Que jamais vou ter
O beijo
Que não te roubei
Perdi
O espaço, no tempo
Da chance não permitida
As suas lembranças que ficaram
Do dia
Da noite
Que não rolaram...
Mônica Rubini
Imagens que me vieram à mente...
Naquele dia estranho, onde td parecia
Não era
Foi um dia, ilusão vivida
Real, naquele contexto virtual
Onde saudades existem
De lembranças criadas
Não vividas...
Mônica Rubini
Jogo que não jogo
De sombras que enganam
Trapaceiam na ilusão
Afastam...
Aproximam olhos
Que vislumbram a esperança do novo
É velho
Não existe, engana
É falso
Mentira que não permite
A chance
Do acerto e do erro
É vida
Que negada
Morre
Mônica Rubini
Por instantes sentiu vontade...
Há quanto tempo não tinha vontade de nada
Se dirigiu à janela, afastando as pesadas cortinas
Abriu a janela como a muito tempo não fazia...
Seus cabelos soltos, voavam
A pele sentia aquele vento como um carinho
Sensações a tanto esquecidas
Ali estavam de novo...
O vento
Frio
No calor do corpo batia
Carícias pela pele
Pêlos
Caminhos escondidos do corpo
Seguem
Toques, cheiros que se descobrem
Percebe
A luz da Lua
Reflete
A beleza do corpo
Geme
Avisando ao mundo
Que a vida ainda existe
Entre
Os dedos, o corpo
Tremeram...
Mônica Rubini
E naquela respiração ofegante
O tempo parou
Lembranças voltaram
A mente já não estava ali...
O corpo atônito se deu conta
De como a mente o tinha sufocado
E logo ele, o corpo, a tinha liberto
Mente a mente que se diz livre...
E o corpo, que ali estava
Largado e solto, vulnerável
Esperava que a mente voltasse
E a ele se entregasse...
Mônica Rubini
E na espera que se permitiu
O corpo
Agora livre da mente
Sentia
A mente que agora fluía
Névoa dispersa
Envolve
Pensamentos e crenças, inexistem
Nada mais será, o que era
O que foi
Sem chance, não mais
Descoberto espaço...
Mônica Rubini
Movimentos insanos
Explodem
Paixão consome, a morte
Vida
De prazer agora vive
Sem culpa, medo ou pecado
Equilíbrio que no balanço se faz
Não procura mais
Encontra
Riso solto que espalha
Cata nos outros pedaços
Remenda a mente torpe, que abraça
O corpo molhado...
Aaaahhhh....
As loucuras...
Insanas idéias assumidas
Paixão
Pelos dias que se vão
Desenrolam as horas sem medo
Não existem
Nem tempo, nem calendário
No espaço criado me encontro
Permito
Me deixo
Escorrer pelo corpo, a mente
Que solta, agora permite
O ar que respiro, transforma
Ofegante
Suor que seduz...
Beijo
Num abraço me tomas
Me entrego
Movimentos que igualam, misturam
Cheiros
Beijos, que me molham
Te excitam
Beijos
Que te dou, recebo
Carinhos pelo corpo
Aceito
A mente livre, o corpo
Goza...
Na areia deitada, olho
Estrelas que piscam, iluminam
A Lua
Prateada brilha, ofusca
Os desencontros havidos
A esperança perdida, renova
No teu olhar, reflete
Espelho de mim, de ti
Nossas estórias e dúvidas
Agora abraços que nos une
Num amor que não possui
Que não espera
Existe apenas
Naquele momento...
Mônica Rubini
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